domingo, 4 de outubro de 2015

SÃO ALIENADOS COM UM AMOR FORÇADO E FRIO.

                                         UM AMOR DITADO.

Pode?
Fizeram um áudio para que eu ouvisse a voz de papai.
Papai está lúcido e não pode falar comigo?
Aqueles idiotas que vieram depois do seu novo casamento,
Estão o beijando, o abraçando, dialogando,
Trocando idéias e o chamando de pai.
Estão interagindo com ele enquanto,
Eu aqui ouvindo a sua voz no áudio?
Isso não dá para aturar.
Aqueles que perderam o pai, pode se dizer recentemente,
pois o perderam depois de adulto,
Não tem o seu sangue vivem babando com uma debilidade assustadora.
Na verdade, esses palhaços não respeita a nemória  do seu progenitor,
São uns desmemoriados assumindo um estranho como verdadeiro pai,
Pode ser gente de confiança?
Não posso a vir a confiar na ascendência dessa família.
Nem uma criança de colo,
Ainda na mamadeira,
Merece chamar outro homem que não seja o seu pai, de pai.
A não ser em casos específicos.
Na minha consideração, são pessoas alienadas e desalmadas.
Quero que esses aproveitadores vão procurar o caminhão que caíram!
Papai tem um número de celular,
E eu não posso dar o amor e o carinho que tenho para dá-lo,
E nem ter esperanças de falar com ele?
Quem me mandou o áudio e me escreveu o texto,
Se parece mais com pessoa que está sem contato com o mundo atual.
O argumento é que eu não me comunico e nem tento me comunicar com eles.
Veja a aberração da espertinha depois de mais de um ano,
Tentando encontrar e falar com alguém que pudesse me dar noticias de papai;
_Tia, estou com saudades! Não pensa que ele, (papai) não sofre,
Por vocês dois estarem distanciados, um do outro.
Ele fala de você direto, Ele te ama e você faz falta pra ele.
Não pensa coisa errada dele, ele já esta velhinho.
 Precisa de nós juntos e unidos.
Se precisam da minha presença, porque não  atendem direitinho um celular?
Porque não leem o que escrevo?
E porque quando tentei ligar, apagaram o meu número?
Mandei o meu marido pessoalmente, levar os meus contatos,
E acusam distância por falta de contato?
Dizendo que não sabem qual é o meu número?
Uma família enorme, e nenhum se responsabiliza para fazer uma ligação e colocá-lo na linha?
ALIENADOS!
Se precisam da minha ajuda, porque não me deram as mãos,
Nos unindo quando tentei ajudá-los por vezes?
Até a campanha para defender a doente,
(embora acho que não ia dar em nada, mas ninguém imaginava que ia frustrar),
vocês forçaram ainda mais, para que piorasse a comunicação,
Eu não conseguisse me contactar.
A bloqueei porque quero o meu papai primeiro e inteiro.
Não quero esse tipo de agressões.
Porque isso é agredir os meus sentimentos.
Você é minha sobrinha,
Mas não tem o direito de me diminuir,
Me mandando a voz de papai com você o alertando,
Do que pode e o que não pode me falar.
Um amor que se consegue sentir a frieza,
Cerca de quinhentos quilômetros de distância.
Um amor que para papai poder se comunicar comigo,
Tem que ser longe da casa dele,
Longe dos que diz amá-lo.
Isso não está certo..
Papai nunca pode falar comigo,
De dentro de sua própria casa.
Sempre está na casa dos outros,
E com um numero que não é o dele.
Ficam ditando o que ele tem que falar.
Não quero uma comunicação ditada.
_O senhor diz isso que vai dar certo.
Não, isso o senhor não pode falar.
Amar por pressão não dá certo.
Um amor que não tem espaço pra mim.



























                                     MARY PEGO

Nenhum comentário:

Postar um comentário