terça-feira, 13 de outubro de 2015

QUANDO UM BURRO FALA;


       QUE O RESTO DOS MUARES, ABAIXEM AS SUAS ORELHAS.
                                       


  Quanta insanidade banir algo que além de estar em bom estado,
 É de excelência qualidade e está produzindo em pleno vapor.
Me enterraram viva por falar o que realmente acho.
Cadê a democracia familiar?
Achei que depois de anos, mostrando que tenho uma máquina muito humana,
Batendo no peito, fossem valorizar o que de fato sou.
Pensei que jamais fossem me rejeitar com tanto afinco.
Tenho um sentimento bom e jamais concebi em minha mente,
Que fosse rejeitada com tanta perseverança.
Usei de toda essa minha lábia com amor, pensando que colocaria abaixo,
Toda arrogância, desprezo e algo mais insalubre existente,
E poria a nossa convivência numa mesa regrada de flores e risos.
Mas não.
Acho que não necessitam de amor como eu
Tive a certeza que o amor e a sinceridade, fossem dois quesitos importantíssimos para abater qualquer desentendimento.
Estava confiante que o nosso sangue pudesse lavar,
Limpando toda impureza, dando lugar ao perdão e aceitação de minha feiura em dialogar?
Pra ser sincera, não sabia que família não questionava,
Não imaginei que um membro não interagia uns com os outros.
Não pensei que só os mais velhos falavam,
Mandava e os outros só ouviam e aceitavam,
Mesmo que não estivessem achando certo.
Na verdade pensei que essa coisa de que;
" quando um burro fala, que o resto dos muares, abaixam as suas orelhas," 
tinha ficado lá atrás.
Estava certa que esse tipo de autoridade e truculência familiar, havia sido extinta ha anos.
Que desperdício!





































                           MARY PEGO

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