quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O QUE SINTO AMOR, É NADINHA MESMO!

                   NADA, A NÃO SER SAUDADE DE VOCÊ.


Nada que venha com a intenção de me machucar, me atingir.
Ego? Será que o meu interior,
Leigo e pobre como é, não quer valorizar a bagagem que trago?
Trago risos estampado no rosto,
E me esqueço que o ego faz todo sentido, para eu estar assim.
Sentido que me esqueço de sentir.
Ou seja;
Já me peguei de olhos brilhando, pela conquista do nada.
Nada que consiga me deixar no avesso.
Nada daquilo que porventura, venha apavorar o meu consciente.
Não sinto nada a não ser,
Saudade de você.
O que sinto amor, é nadinha mesmo!
Nada de ódio,
Nada de rancor,
Nada que me faça entortar a boca,
Sinalizando repugnância.
Sinto saudade, que a qualquer hora dessa, passa.
E creio que vai passar à galope,
Feito quadrúpede assustado pelo meu ego em excesso.
Talvez por te apreciar em exagero,
Foi que esse ego se instalou em mim, e eu sem saber direito,
Quem de fato ele é, e do que realmente é capaz,
Fiquei assim, alegrinha demais.



































                            MARY PEGO

Nenhum comentário:

Postar um comentário