Quando a gente acha que chegamos ao fundo do poço, recebemos um Golpe e descobrimos que o poço não tem fundo. É Golpe com letra maiúscula mesmo, letra da INDIGNAÇÃO.
Como podemos achar, ingenuamente, que moramos num país sério, quando um sujeito, que atende sob a ALCUNHA ( muitas gargalhadas, pois como diz a música "ô lelê ah, a vida sigo cantando pra não chorar") de cunha ( com letra minúscula mesmo)nos sujeita às mais diversas situações de humilhações enquanto cidadãos, decide aceitar, como se fosse digno de aceite, um pedido de impeachment de uma autoridade máxima eleita democraticamente? É PRA ACABAR!
É complexo afirmar que vivemos em Estado que aparecem diariamente nos jornais noticias em que professores apanham, mineradora causa desastres ambientais e humanos, alunos são espancados por ocupar escolas e um, desculpem a palavra, e um que se diz evangélico, que tem uma bagagem imunda, mais para pilantra, aparece em jornais de horário nobre como o herói do frascos deprimidos,OPS, fracos e oprimidos. "
Não é de se assustar com as contrariedades que vivemos em nossa nação. Um mestre recebendo mil reais e um( desculpem a falta da palavra ) (....) que levantou fortuna com produtos, segundo ele próprio, "de rápido consumo" (novamente risos -desta vez incontroláveis) ganhem fortunas."
NÓIS E VOCÊ, TUDO A VER".
A parte mais cômica, ou trágica, foi o excelentíssimo senhor Cunha tentando se explicar as razões pelas quais ele teve que aceitar o pedido que a presidente seja retirada de seu cargo. segundo ele, sem motivos pessoais, claro. Ele deve ter ficado muito triste em chamar a atenção para ela, claro.
Outra parte que mais se parece com um filme de terror, foi a televisão, mais séria e comprometida com a sociedade, dando plantão, para dar a notícia. Lembrei me da ilustre Carmem Miranda "alô, alô, alô . Aqui quem fala é do Brasil. Alô, alô, alô. É da Terra do Anil.
Ai, ai, ai, a coisa tá feia. Eu diria, cheia de barro, Lameada mesmo.
Mas o que esperar de um país, em que na bandeira positivista está escrito a linda frase "Ordem e progresso". Não seria o contrário?
E o pais laico foi pro saco.
MARY PEGO
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