À principio cheguei discretamente;
Como quem não quisesse nada.
Sem ruídos sem alarmes.
Na esperança de te conquistar.
Hoje indiscretamente;
Me espalho como pavão saudável.
Na fase de acasalamento,
Sem fêmeas ao seu dispor.
Um pavão de leque aberto.
De forma que de longe o avistam.
De pena lamentam por vê-lo dançar só.
E nem a natureza o ajuda;
Vivo a me exibir pra você;
Me exibo sem sucesso algum.
De que vale um pavão sem pavoa?
E quem sou eu sem você?
MARY PEGO
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