CRAVADA NO PEITO
Um soluço preso na garganta;
Olhos desesperados querendo saltar.
Como uma lança cravada no peito;
Prendendo minha respiração.
Debruçada sobre minha alma;
Morrendo angustiada sem você.
Uma dor ao me lembrar nós dois;
Desespero absoluto saber que você partiu.
Partiu a minha vida ao meio;
Pra lhe ser sincera em frangalhos fiquei.
Como pode eu sofrer por alguém;
Que sequer se importa como fiquei.
Fiquei sem mim por não ter você.
Que como um raio passou e sumiu.
Se não aconselho e acalento minha alma;
Abandona meu corpo e embora se vai com você,
E se isso vier acontecer amor;
Morro e sem minha pobre alma vou.
Sabe-se lá o que vai fazer com ela;
Maltratá-la? beijá-la? Que horror!.
MARY PEGO
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