domingo, 1 de fevereiro de 2015

COMO UM VULCÃO

               COMO  UM  VULCÃO


Como um vulcão que dorme nas profundezas da terra;
Espero por você.
Ele ao acordar vai ganhando força;
E vem arrebentando tudo.

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Como ele corro procurando por você;
De suas lavas de temperaturas elevadíssimas.
Faço o caminho do prazer;
Derramando suor e lágrimas na esperança de te ver.

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Espero que não termine em cinzas o nosso amor.
Pois o meu calor não se compara o de um vulcão;
Saiba que eles são frios mediante o que sinto por nós dois.
Imagine o estrago que ele deixa depois.

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Eu amor;
Tenho a leveza dos anjos;
Por isso as lavas servirão de correnteza.
Para que nos aproximemos com rapidez.

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As cinzas servirão para a celebração do reencontro.
Na hora da chegada!
Iremos festar;
E selar o nosso amor.

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Vulcões não são permanentes;
E eu vivo o amor trezentos e sessenta e cinco dias ano.
Não é exagero amor;
É porque te amo.

                                                                Mary Pego
                                                               (APAIXONADA!)

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