sábado, 11 de agosto de 2018
RELES MORTAIS.
Sentei-me num lugar bem confortável da casa.
Coisa difícil de se encontrar, mas como não sou tão exigente assim, achei e comecei a dialogar com as minhas filhas caninas sobre o nosso estado de reflexão sobre o outro.
No que falei que está na hora de parar de falar de nós, dos nossos problemas e acertos na vida, uivaram como estivessem me debochando.
É mesmo! (decepcionada indaguei-as)
Quem é que vai se interessar em nós?
Três cadelas e uma humana.
Que aventura e sucesso vamos ter somente de falar de nós?
Somos em quatro viventes reles mortais.
Penso que elas estão mais maduras que eu, ou estão certas que o meu amor por elas está garantido.
E eu as amo sim, e muito!
Saíram diferentes a mim por andar de quatro, mas quem nunca andou, não é?
Eu sendo bípede por vezes me senti quadrúpede de tanto abestalhada que sou?
...Mas vou dar tréguas senão a fama vem de marcha ré, isso se já não conseguimos.
Amo escrever, mas vou sair fora em pelo menos um tempo longo.
Beijos e feliz dias dos pais pra todo mundo, não importando se é homem, mulher ou um outro vivente!
MARY PEGO
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