EXALANDO BEBIDA.
Me ligaram e fui às pressas;
Onde me informaram que lá você estava.
Rodei a quadra e depois o bairro inteiro.
Pedi informações feito imbecil.
Atrás de objeto sem valor algum.
Acusando valor sentimental.
Daqueles que por estarem perdidos;
Inocentes juntam e logo descartam;
Pra não fazer entulhos em suas residências.
Todos me viram por várias vezes
Por ali passar.
Não desisti a procura no bairro;
A cidade também teve o prazer de me conhecer.
Mas agora que me cansei;
De chorar e que me decepcionei um montão;
Você me aparece de topete erguido.
Feito galo desnutrido e velho pronto pra briga.
Jura que o motivo da demora;
Foi porque se perdeu por não conhecer direito o lugar;
Por onde passou.
Mas a gola da camisa denunciam as marcas.
Do rosto ao pescoço esta todo carimbado.
Como insulto ao meu amor por você.
Você esta todo desenhado e estampado;
Com o batom vermelho dela.
Uma mentira exibida e exalando bebida.
Que mal consegue mover as sobrancelhas.
MARY PEGO
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