segunda-feira, 2 de abril de 2018

THE END


                                THE END. THE END. THE END.

Juro por Deus!
Juro por mim, mesma!
Juro pela minha alma, que não quer de jeito algum despertar do sono, do sossego que tomamos.
Juro que não gostaria que o meu ser se esvaziasse de forma tão cruel de como se esvaziou.
Chamei-os, clamei por vocês por anos e sequer afirmaram a minha existência.
Adotaram ferrenhamente o maldito silêncio que agora o meu interior morreu de vez
Morreu não, conscientizou-se.
Agora a minh'alma não os querem de jeito maneira por perto.
Ela não quer ouvir nem o som das suas vozes.
Pobrezinha dela não aprendeu nem ao menos fingir.
Vou ter que domá-la para uma possível reaproximação.
Tento contrariá-la, mas não ha jeito de que a faça sentir do contrário.
No que penso em me aproximar, ela grita dentro do meu peito com gemidos assustador.
THE END. THE END...THE END...
Acho que nem brasileira essa minha linda alma, é.
The End?
Ora!
Agora só Deus nessa causa, não é?
Massageio o peito na esperança do seu acalento e ..?
No espaço que paro para um descanso, ela...The End.
É sério.
Ela não quer e renega tudo o que quer dizer sobre uma aproximação.
Hoje, durmo bebo e me dou para, e pela vida de forma tão leve, que nem me lembro mais das suas existências.
Então, acho que minha doce alma está certíssima que chegou ao fim, e então vou obedecê-la de vez
THE  END.



































                                    MARY PEGO

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