NEM SEI BEM O PORQUÊ.
Não quero falar de tropeços.
Nem de coisas que me fazem sofrer.
Por vezes me lembro de ti, sem querer,
E lágrimas brotam recordando o seu desdém.
Dar tempo ao tempo e desaforar o desgosto.
Assim, quem sabe, ele foge da gente de vez.
Voltando a alegria, como se nunca se desfez.
Meus olhos tristemente, sem querer nadam,
Como se um rio na face fossem.
Acabo ficando fora de órbita,
Inocentemente, nem sei bem o porquê.
MARY PEGO
Lindo texto. Parabéns...
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