E O SANFONEIRO MALVADO NÃO AS PERDOARAM.
Passei por muito tempo em minha vida;
Tentando dançar em conformidade;
Com que sua música tocava;
Mas hoje percebi que é uma bobagem.
Enquanto sua sanfona tocava;
Fui envelhecendo de forma que;
As minhas pernas foram ficando bambas.
E o sanfoneiro malvado não as perdoaram.
A minha fraqueza se escancarou de jeito
Que as rugas tomaram conta do meu rosto.
E o mundo agora as vêem molhadas em lágrimas;
Que junto com elas foram a minha beleza e juventude.
Amor;
Vê se silencia o som de sua sanfona;
Porque esse meu corpo frágil;
Não dança mais como antes;
Ele agora muito mal ouve o som da música.
MARY PEGO
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