terça-feira, 29 de setembro de 2015

ESTÃO USANDO DO NOSSO DINHEIRO PARA NOS ABATER.

                                  ACORDA BRASIL!


Não vamos deixar que acabem com a democracia.
Tá na cara que esses políticos estão trazendo a ditadura de volta.
Com argumentos de que só querem o bem do povo,
Estão limitando o desenvolvimento e o direito a expressão dos cidadãos em geral.
Estão assassinando o direito povo.
Pagamos impostos exorbitantes e não temos retorno nenhum.
Colocam as mãos indevidamente nos cofres públicos e ficam impunes.
Em abril deste ano, vimos um pouco da ditadura,
Com truculência exagerada do governo atual do estado do Paraná.
Estamos sem saúde educação...
E quem está nos abatendo, está  recebendo elogios pela maldade que nos comete.
Vamos dizer não aos políticos incompetentes!



























                                 MARY PEGO

SENTAR EM CIMA DE UMA MALA DE DINHEIRO É BOM!


  MAS TER PAZ, SAÚDE E AMOR, ULTRAPASSA O ÓTIMO.


Estou e vivo quase o tempo todo sem grana,
Mas o que me faz sorrir todas as manhãs,
E por mais simples que você possa achar,
É a minha família.
Como é linda e maravilhosa a minha família.
Me levanto procurando por cada componente com os olhos,
De quando em quando um ponta de um lado a me procurar.
Me levanto cantando musicas inventadas por mim,
Ali na mesma hora para chamá-los a atenção.
No que faço isso, até as cachorras vem me dar o beijo matinal.
Consigo identificar o sorriso nos lindos e abençoados focinhos,
Quanto mais nos rostos humanos.
Que bom!
Mais vale um sorriso canino, que uma mala cheia de dinheiro.
Isso para mim,
Se chama paz, união, amor e saúde.
Preciso mais que isso?
Se vier será muito bom para todos nós.
Mas podem estar certos,
Que vou administrar tudo com muito cuidado,
Para que momentos como esses,
Não venham fazer com que;
Sejam roubados não só de minha vida.
Mas da nossas vidas.
Fazemos o nosso desejum e bora trabalhar.
O trabalho faz parte, para vivermos com dignidade






































                                         MARY PEGO


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

QUANDO EU ESTIVER NA ÂNSIA DA MORTE,


                                QUERO GRITAR ATÉ ME ACABAR! 


Tenho uma amiga que esta tentando um tratamento,
Ha muito tempo
A tentativa começou no inicio da doença,
E até agora o SUS só a enrola e manda pra casa.
Agora já bem enferma à ponto de me fazer chorar,
E chorar de montão, está ela sem defesa alguma.
Se eu estiver enferma como minha amiga está,
Ou vão me matar de vez,
Ou,
Vão me atender para se livrar dos meus gritos desesperados.
Pense!
Sou saudável e alegre, mas ao me lembrar desse triste fato,
Me ponho a chorar.
Acho que vou morrer chorando de dor pelos outros.
Deus do céu!
Eu a amo, fazer oque?
Quando gritei pela Omerinda, foi com a alma,
Mas deram nada de importância ao fato.
Agora tenho outra doentinha que não é minha parenta,
E o meu coração está tão triste que me dá vontade  de gritar.
GRITAR! GRITAR POR SOOOOCOOOORROOO!
Porque ver quem amo nesse estado não posso ficar calada.
Então; grito.
Sei que não vão me ajudar a gritar.
Devo de ser louca por gritar sozinha.
Mas na minha ânsia de morte,
Vou juntar toda a decepção que por aqui passei,
E GRITO!






































                                      MARY PEGO

DA SAUDADE FIZ CANÇÃO.


                                        DO CHORO UM VIOLÃO.

Do sofrimento fiz um uma samba,
E me requebrei a noite inteira,
Só pra poder ver você sambar.
Lamentando treinei a minha garganta,
Só pra não deixá-la desafinar.
Das lágrimas que foram jorradas,
Serviram de emolientes pra nada vir a se enroscar.
Da saudade fiz canção e do choro violão,
Tirando sons até me acabar.
Fiz tudo direitinho,
Um orquestra solitária,
Você não viu e nunca verá.





































                                     MARY PEGO

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

SEJA UM DOADOR DE MEDULA ÓSSEA.


FUI DAR UM POUCO DE MIM, MAS INFELIZMENTE ACORDEI TARDE!

Hoje, depois de saber que alguém estava precisando de medula óssea,
Com a intenção de fazer com que ele continuasse vivendo,
Com meu coração, cheio de amor e esperança,
Comecei a dar os primeiros passos para poder confirmar a vida do paciente,
E reafirmar a minha própria vida.
Mas no caminho por estar dormindo e olhando para o meu próprio umbigo,
Esbarrei com minha idade já avançada, e portanto não me foi permitido,
Doar um pouco de mim.
Sou forte e sempre quero o melhor para mim e para quem está do meu lado.
Não importa a distancia e quem seja ele.
Somos todos irmãos.
E o meu melhor é poder dar um pouco da minha vida ao outro.
Fazer com que; alguém viva, ou sobreviva através do meu amor.
É gratificante saber que é valido e é benção o que corre em minhas veias.
...Mas infelizmente, acordei tarde!





































                          MARY PEGO

Ó DEUS DE ISRAEL!

                             COMO NÃO ME ENTENDEM?

Senhor!
Como eu queria que me entendesse.
E vissem com clareza que o meu amor é fraternal
Que esse meu coração só deseja o bem à todos

Bom mesmo senhor!
Seria que soubessem que o meu desejo,
É só de carinho e compaixão pelo próximo.
Assim como amo a mim mesma.

Ó Deus de Israel!
Onde e como vou alcançar esse meu desejo.
Tão simples ao meu ver,
E tão complicado para corações duros.

Senhor!
Tudo parece tão ao alcance das minhas mãos,
E me sinto frágil para alcançá-las.
Devo ser incompetente,
Ou me hostilizam por puro prazer.





































                       MARY PEGO

UM AMOR CASTO.

                              QUE NÃO DESDENHA E NÃO REJEITA NADA.


Um amor casto.
Livre de qualquer maldade.
Sem mistura ou temperos picantes.
Assim é o meu amor por você

Aquele amor que pega no sono,
Com um sorriso ardente nos lábios.
Que passa uma noite inteira por ti delirando.
Aquele mesmo que acorda com você sonhando.

Um amor casto que não se abstém,
Do calor do pecado.
Aquele pecado tão desejado,
E consumido com fogo.

Mandado e aprovado pelo Deus do amor.
Amor que não desdenha e não rejeita  nada.
Por ser casto e inocente com a pureza da alma.
Um amor cândido com a ingenuidade virtuosa.





































                                   MARY PEGO